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  • há 6 minutos

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Transcrição
00:00Bom, em relação ao tempo, ele é muito mais célebre porque no inventário extrajudicial a gente depende da organização do
00:09fluxo daquele cartório e no inventário judicial depende de marcação, de pauta, de audiência e também nós temos uma situação
00:19de um judiciário bastante cheio de demandas dessas e de outras naturezas também.
00:26Então acaba isso gerando um custo emocional também muito menor para as pessoas. Por quê? Porque ali podem fazer a
00:34sucessão e dar sequência nos bens que receberam como herança.
00:40Às vezes determinados bens eles ficam parados por ano sem poder fazer uma alienação, sem poder dar alguma utilidade por
00:47conta dessa indefinição e aí acaba gerando um custo emocional muito grande para as pessoas.
00:53Acaba sendo dessa maneira muito mais fácil o inventário extrajudicial. Mas é importante dizer, o inventário extrajudicial ele só tem
01:02lugar quando todas as partes estão concordes.
01:05Se houver discussão, se houver briga, se houver desentendimento em relação à partilha dos bens, esse inventário vai ser feito
01:13necessariamente pela via judicial.
01:15Então é importante que as pessoas façam uma avaliação de risco. Vale a pena brigar por alguma questão menor que
01:27talvez seja ocorrer dentro do inventário?
01:29Por que não fazer extrajudicial ao invés de criar uma situação que vai levar para o judicial uma situação de
01:36desentendimento?
01:37Às vezes não vale a pena. Então é muito conveniente para as pessoas que estão dentro do bojo de um
01:44inventário, façam essa avaliação.
01:46Vale a pena discutir determinadas questões ou é melhor entrar em algum acordo?
01:53A gente sempre defende isso. Cartório é sempre para poder promover a paz social.
01:59Se a gente promove a paz social também dessa maneira, promovendo o acordo entre as pessoas e a resolução mais
02:05célebre dos problemas.

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